Energia turbinada

Este blog é dedicado a um projeto escolar. Ele visa tudo que se relacione a energia eólica e afins. Apenas de uso da turma do 8º ano 'A' e para fins educativos. Mais informações, dê uma olhada na nossa F.A.Q. {Catharina e Heloísa}

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9/04/2012 @ 16:08
As principais usinas eólicas
  • Cinco usinas eólicas em Pernambuco
Os municípios de Gravatá, Pombos e Macaparana verão, a partir de fevereiro, o início das construções de 5 turbinas de energia eólica. Cada turbina terá 80 metros de altura, com pás de 41 metros de comprimento.
Serão investidos R$110 milhões, sendo um sexto deste valor de recursos próprios da empresa Eólica Tecnologia Ltda., cujo diretor-presidente Everaldo Alencar Feitosa é também professor na Universidade Federal de Pernambuco. A outra parte será financiada pelo Banco do Nordeste.
Espera-se que as obras estejam concluídas em dezembro deste ano, com capacidade total de geração de energia de 22 megawatts, suficiente para abastecer cerca de 150 mil habitantes, com consumo médio de 150 kilowatts-hora/mês. A compra da energia gerada já foi garantida pela Eletrobrás.


  • A capacidade brasileira
Estudos preliminares já mostravam que o potencial de geração de energia eólica no Brasil é grande. Só no Nordeste, com estudos prévios de Feitosa, a capacidade é de 6000MW. O Brasil domina a tecnologia e fabrica os equipamentos necessários para a construção das turbinas, o que deve baratear os custos.
Existem ventos adequados para a geração de energia eólica, ele deve ter velocidade, intensidade e deve ser constante. “Um vento é determinado não só por sua velocidade e intensidade. A qualidade do vento também é medida pela baixa turbulência e baixa rajada de vento”, explica Everaldo Feitosa.
“Na região Nordeste nós temos um vento praticamente constante, que chamamos de ‘bem-comportado e educado’.”
No país, estima-se que o potencial dessas jazidas de vento é de 20 mil MW, e o das jazidas de menor qualidade e que poderiam ser exploradas a longo prazo é de 70 mil MW – quase o mesmo valor da potência hidráulica instalada no país em 2002.

(Postado por Elysa)

9/04/2012 @ 16:00
Aerogeradores

Um aerogerador é um gerador elétrico integrado ao eixo de um cata-vento e que converte energia eólica em energia elétrica. É um equipamento que tem se popularizado rapidamente por ser uma fonte de energia renovável e não poluente. Mas a geração de energia eólica é ainda muito pequena em relação ao consumo mundial de eletricidade.

O uso de aerogeradores tem algumas restrições técnicas:

  • Nas proximidades dos parques eólicos é detectada poluição sonora, devido ao ruído produzido. Alguns também consideram a poluição visual;
  • Os aerogeradores só podem ser instalados de forma rentável em áreas de vento constante; 


(Postado por Rebeca)

Fonte: Dicas Verdes


9/04/2012 @ 12:45
Turbinas eólicas

Turbina eólica é um mecanismo apropriado para captação e transformação da força de ventos canalizados que passam no interior de uma voluta. O Turbovoile de Cousteau a que se refere o artigo é um misto de vela e turbo-gerador integrado no interior da voluta vertical. A finalidade do engenho de Cousteau, é fazer resistência ao vento de modo produzir artificialmente as zonas de vórtices a fim de explorar seus efeitos de sucção e assim movimentar uma turbina de baixa pressão localizada no núcleoda voluta cujo trabalho será convertido em energia elétrica

(Postado por Laís)

Fonte: Dicas Verdes


9/04/2012 @ 12:29
Brasil pode se tornar 10º maior produtor de energia eólica

A energia eólica é a segunda fonte de energia mais competitiva no País, perdendo somente para a hidrelétrica. O Brasil ocupa a 20ª posição de maior produtor de energia eólica do mundo desde 2011 mas, segundo o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Mauricio Tolmasquim, o País deve saltar para a 10ª colocação em 2013.

(Postado por Bárbara)


4/04/2012 @ 17:34
As vantagens da energia eólica são:
• É inesgotável;
• Não emite gases poluentes nem geram resíduos;
• Diminui a emissão de gases de efeito de estufa (GEE).
Também há algumas vantagens para a comunidade, que são:
• Os parques eólicos são compatíveis com outros usos e utilizações do terreno como a agricultura e a criação de gado;
• Criação de emprego;
• Geração de investimento em zonas desfavorecidas;
• Benefícios financeiros (proprietários).
Há vantagens para o estado:
• Reduz a elevada dependência energética do exterior;
• Possível contribuição de cota de GEE para outros sectores da actividade econômica;
• É uma das fontes mais baratas de energia podendo competir em termos de rentabilidade com as fontes de energia tradicionais.
E as vantagens para os promotores são:
• Requer escassa manutenção (semestral);
• Boa rentabilidade do investimento.
Há algumas desvantagens da energia eólica, também. São elas:
• A intermitência, ou seja, nem sempre o vento sopra quando a eletricidade é necessária, tornando difícil a integração da sua produção no programa de exploração;
• Pode ser ultrapassado com as pilhas de combustível (H2) ou com a técnica da bombagem hidroelétrica.
(Postado por Mariana)

As vantagens da energia eólica são:

• É inesgotável;

• Não emite gases poluentes nem geram resíduos;

• Diminui a emissão de gases de efeito de estufa (GEE).

Também há algumas vantagens para a comunidade, que são:

• Os parques eólicos são compatíveis com outros usos e utilizações do terreno como a agricultura e a criação de gado;

• Criação de emprego;

• Geração de investimento em zonas desfavorecidas;

• Benefícios financeiros (proprietários).

Há vantagens para o estado:

• Reduz a elevada dependência energética do exterior;

• Possível contribuição de cota de GEE para outros sectores da actividade econômica;

• É uma das fontes mais baratas de energia podendo competir em termos de rentabilidade com as fontes de energia tradicionais.

E as vantagens para os promotores são:

• Requer escassa manutenção (semestral);

• Boa rentabilidade do investimento.

Há algumas desvantagens da energia eólica, também. São elas:

• A intermitência, ou seja, nem sempre o vento sopra quando a eletricidade é necessária, tornando difícil a integração da sua produção no programa de exploração;

• Pode ser ultrapassado com as pilhas de combustível (H2) ou com a técnica da bombagem hidroelétrica.

(Postado por Mariana)



30/03/2012 @ 20:37

Aerogenerador em 3D mostrando o funcionamento de uma turbina eólica.


(Postado por Bárbara)



30/03/2012 @ 20:27


26/03/2012 @ 12:53

Reportagem exibida no programa Terra Sul de 06/05/2007 sobre Energia Eólica no município de Osório.

(Postado por Heloísa)



21/03/2012 @ 12:34
Nordeste concentra parques

Cerca de 60% dos parques eólicos em operação no país estão no Nordeste. No entanto, a região terá mais de 90% dos 7 mil MW que já foram contratados nos últimos leilões de energia. Pernambuco só tem cinco parques. E obteve nos certames apenas três parques em Tacaratu (a 440 km do Recife), que somam 78 MW. Apesar disso, o estado possui o cluster de equipamentos eólicos mais completo do Brasil, com fábricas de aerogeradores, flanges, torres e pás. Este segmento industrial soma R$ 425 milhões em investimentos e 3,4 mil empregos no estado.

Em Suape, operam a paulista Iraeta (que produz flanges, grandes anéis de ferro usados para ligar os cilindros que formam as torres), a argentina Impsa (aerogeradores) e a espanhola RM Eólica (torres). No fim do ano passado, foi anunciada a construção de uma fábrica de pás, através de uma sociedade entre a paulista Eolice e a LM Wind Power, empresa com sede na Dinamarca, que é uma das maiores fabricantes de pás eólicas do mundo. Este é o segmento da cadeia que mais gera emprego. Apenas essa fábrica terá 1,5 mil funcionários, quando entrar em operação. ”Receber os parques eólicos é importante. Mas a tecnologia é o forte desse processo. É onde ficam os empregos e a renda gerada”, diz Everaldo Feitosa, da Eólica tecnologia. Segundo ele, cada vez mais será necessário mão de obra especializada. “Como os contratos dos parques são de 25 anos, é preciso garantir os ventos por esse período, operando com uma margem de preços cada vez menor”.

Existe um novo atlas dos ventos sendo preparado, ampliando o mapeamento das jazidas de uma altura de 50 metros para mais de 100 metros, o que reduzirá mais ainda o custo dos parques. “Com isso, novas áreas serão exploradas, o que deve incluir Pernambuco. O potencial de geração crescerá de 143 para 300 GW, três vezes o volume que o país precisa hoje”, antecipa Elbia Melo, da ABEEólica.

Fonte: Diário de PernambucoEconomia - pág. B2 - 22/03/12


(Postado por Catharina)


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